Cobrança abusiva de coparticipação, negativa de terapias, recusa de profissional de apoio escolar ou ameaça ao vínculo com a clínica. Você tem direitos — e a Justiça tem reconhecido a proteção das famílias.
Sabemos o quanto é difícil quando o cuidado do seu filho depende de uma autorização que não vem, de uma cobrança que pesa no orçamento ou de uma decisão da operadora que coloca o tratamento em risco. Nosso trabalho é reequilibrar essa relação e proteger a continuidade do cuidado.
Cada situação tem um caminho jurídico. Veja os temas que mais afetam as famílias na saúde suplementar.
Muitos planos cobram um percentual a cada sessão de terapia (ABA, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia). Quando o tratamento é contínuo e intensivo, essa coparticipação vira um valor altíssimo por mês — um verdadeiro obstáculo ao tratamento. O Judiciário tem reconhecido a abusividade da coparticipação que, na prática, inviabiliza a terapia prescrita.
Entenda a coparticipação em detalhe →Negar a cobertura de terapias prescritas — ou limitar o número de sessões — é uma das práticas mais frequentes e mais prejudiciais. A legislação assegura a cobertura dos tratamentos indicados por médico, e os tribunais têm reconhecido que o plano não pode substituir a conduta do profissional que acompanha a criança, tampouco impor um teto de sessões que contrarie a prescrição.
Tive uma terapia negada →Crianças com TEA frequentemente têm indicação de um profissional de apoio — acompanhante terapêutico ou mediador escolar — para a inclusão no ambiente educacional. Quando há prescrição, a recusa em custear esse apoio pode violar o direito à inclusão previsto na Lei Brasileira de Inclusão. Os tribunais têm determinado que planos e demais responsáveis assegurem esse suporte quando ele integra o tratamento.
Falar sobre o apoio escolar →Para uma criança com TEA, a relação de confiança com os terapeutas é parte essencial do tratamento. Descredenciar a clínica ou trocar a equipe de forma unilateral rompe esse vínculo terapêutico e compromete meses ou anos de progresso. Os tribunais têm reconhecido o princípio da continuidade assistencial, exigindo o cumprimento dos requisitos legais antes de qualquer substituição de prestador.
Proteger o tratamento →Se você se identificou com algum desses pontos, vale conversar. A primeira orientação é sem compromisso.
Pelo WhatsApp, de forma rápida e acolhedora. Explique a negativa, a cobrança ou a situação com a clínica.
Verificamos a prescrição, os documentos e a conduta da operadora à luz da lei e das normas da ANS.
Da via administrativa à medida judicial urgente, quando necessária, para proteger o tratamento do seu filho.
Fale agora com a nossa equipe. A primeira orientação é sem compromisso, e podemos avaliar a urgência do seu caso.